quarta-feira, 24 de junho de 2015

Quem faria de pensamento

Não há lugar para pecadores 
Sem esperança
Quem iria prejudicar toda a humanidade
Apenas para salvar sua própria alma?
Agora é lutar pelo direito básico de escolher
Uma vida que não pretende perder
Todos devem decidir
Terminar todos maus caminhos
Ou deixar toda lâmina mundo

Ouvir pessoas
Se é verdade que ninguém se importa!?
Temos que sacrificar ao longo dos anos
Em mudança
Fazer coisas que sentimos
Não importa acima de tudo

Quem faria de pensamento 
As guerras travadas?!
Vamos olhar em volta
Para as ideias
Para ser real
Temos que enfrentar o real
Porque lá não tem lugar para se esconder




segunda-feira, 1 de junho de 2015

cavalos selvagens me levam

coisas que trouxe pra você
deslizaram pelas mãos
quebrada lágrima
me leva embora

nessa distância
não deve existir
concorrência desleal
na hora da alucinante dor
não adiantou a saída ligeira
das falas nos bastidores

um pecado e uma mentira
minha liberdade
não tenho muito tempo
a infância é algo fácil de viver




sábado, 2 de maio de 2015

e nós poderíamos dançar
a batida do show
o tempo todo
fora do tempo
errado
pela nossa visão
a noite
pelo sol
a cega destruição
ao vivo

segunda-feira, 27 de abril de 2015

luzes negras
se ajustam
no meu dia
curto.
por aqui
ficará bem
fique bem
caindo juntos
estamos presos
na noite
que soa bem
os pés nas riscas
é passado pra sempre
eles se importam agora?
quem se importa agora?
toda vez que te vejo
quero me afastar
as luzes não conectarão
as brechas através
dos dias.



terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Uma noite escura, chuvosa e permeada de neblina

Quando estávamos quase chegando
Era como não estivesse acontecendo
Matéria (dissimulação)
Evaporando pelo ar...,

Vi que não daria tempo de passar
Ora minha cabeça
Ou eram meus olhos que giravam soltos
Dentro das orbitas
Ali entre os destroços
Estarrecido....,

Nossa realidade interior
Se mistura à atmosfera que o fogo torna ainda mais denso!
Os contornos da vida materializam
O silêncio ao redor de nós...,
Como ruas desertas
Integradas à eternidade do nada....,